Nossa História com o motociclismo

Ilhéus – 2016

A raiz

As duas rodas fazem parte das nossas vidas desde a fase da bicicleta, presente nas nossas infâncias de forma marcante e diária. Tivemos a oportunidade de ter algumas bicicletas e de curtir muito a infância e adolescência pedalando e brincando muito. Como era bom! Com uns 15 ou 16 anos, minha mãe me deu uma mobilete! Oh felicidade!!! Quem já teve uma mobilete? Comenta aqui no post! A minha era uma Monark, verde e branca, que pena que não tenho fotos, não tinha a facilidade de hoje para registrar tudo com o celular, mas se tivesse… rsrsrs seriam muitos registros! Formei uma dupla: Petruska e Márcia. A Márcia, minha melhor amiga, também ganhou uma mobilete e rodávamos a cidade toda, foi meu primeiro contato com a sensação da liberdade proporcionada pelo motociclismo. O Weslley teve contato com moto aos 15 anos, compartilhando as motos dos amigos, aprendeu a pilotar numa Yamaha DT 180. Comprou sua primeira moto no ano de 1999, uma Honda NX 150, adotou um folder de uma moto de alta cilindrada que ficava colado na cabeceira da cama, meta alcançada no ano de 2014.

Caminho para Araxá/MG – 2019

Juntos

Em 2014 compramos uma CB 500X que substitui a valente e versátil XRE 300. A partir daí, foi só felicidade! Tomamos gosto pelo motociclismo e entramos no universo das motos custom. Fundamos o nosso Moto Casal independente, em 2017, o Almas Nômades. Somos um casal independente, mas que circula por diversos grupos. Essa é uma forte característica do motociclismo, a amizade. Foi através do motociclismo que construímos e solidificamos muitas amizades em Vitória da Conquista, cidade que viemos para morar e trabalhar. Aqui no nosso site você poderá conhecer algumas viagens e aventuras que vivemos sobre duas rodas, antes de iniciarmos a nossa jornada no Motorhome. A nossa intenção é inspirar pessoas através das nossas experiências. Foi viajando de moto que percebemos que precisamos de muito pouco para viver, que a bagagem pode ser mínima e que a viagem começa quando montamos na moto. A jornada é mais importante que o destino! Sim, aprendemos a curtir cada paisagem, paradas, conversas e aromas. É encantador e edificante a sensação de ver o mundo de uma outra forma.

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